Square: cartão de crédito pra todo mundo

Square é o novo projeto de um dos fundadores do Twitter, Jack Dorsey. Um aparelho para ser acoplado ao telefone celular capaz de fazer a leitura de cartões de crédito (e, suponho, de qualquer outro cartão magnético). Os detalhes de como a coisa toda funciona não estão claros. Mas os efeitos, sim: qualquer pessoa pode receber um pagamento em cartão; qualquer negócio pode receber pagamentos em cartão sem custos – ou com custos baixos. No fim das contas, é mais um grande passo para o fim do dinheiro em papel.

O site da Square explica (mas não muito) mais.

O futuro das revistas, by Time, Inc.

Horário nobre no Facebook

Segundas, terças e quartas são os dias em que as pessoas estão mais propensas a clicar nos links que encontram no Facebook.  Ou pelo menos é isso que diz esta pesquisa aqui, que analisou 5 meses de tráfego no site.

Nas terças e quartas,  os usuários clicam em 10% dos links. Nas segundas, 9%. O restante da semana tem resultados bem mais baixos.

O que isso quer dizer? Nenhuma ideia. A pesquisa não especula. O Silicon Alley Insider arrisca. “Talvez seja um problema na compilação de dados. Talvez as pessoas tendam a procrastinar mais no Facebook no começo da semana. Talvez os marqueteiros publiquem a maioria de seus novos posts no começo da semana e a maioria das pessoas que vai clicar neles já clicou até terça-feira. De qualquer jeito, é interessante”.

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Via Chart of the Day

Como consumir mídia

Os americanos passam algo como 8,5 horas por dia na frente de algum tipo de tela, consumindo mídia – tá vendo, eu não sou tão bizarro assim. A Wired fez um infográfico sugerindo como usar esse tempo da melhor maneira possível. Tem até podcast lá!

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Dando sentido à crise da publicidade

O gasto com publicidade nos EUA caiu 15,4% na comparação entre o primeiro semestre de 2009 e o de 2008.  A conclusão é desse estudo da Nielsen, que também mostra os setores que tiveram maios retração (automóveis e farmacêuticas) e os que mais cresceram (produtos de infomerciais e fast food).

Mas e a queda de receita? Quais foram os setores que perderam mais e os que perderam menos? O gráfico abaixo responde. publicidade

25 coisas que um jornalista pode fazer para garantir o futuro da carreira

A número 1: comece um blog.

Será?

A lista completa aqui.

Como eu consumo mídia

Manhã

A primeira coisa que faço, ainda na cama, é pegar o iPhone e entrar no Gmail e no Twitter. Antes eu me achava doente por fazer isso. Agora entendi que ler o twitter na cama é como ler jornal na cama – o que eu adoro fazer. Ou seja: o problema não é meu, é do Estadão. Hoje, por exemplo, via twitter eu vi fotos históricas do Muro de Berlim, o vídeo da Nike sobre a nova camisa do Corinthians, uma coleção de fotos raras de animais extintos.
No café da manhã, leio o Estadão. Passo rápido pelo caderno de Esportes (só tem notícia velha), dou uma olhada em Economia (que eu adoraria se falasse muito mais sobre a Bolsa) e paro em Metrópole, meu o único que eu realmente leio (quase) todos os dias. Nas últimas semanas, o Valor deu para me mandar exemplares gratuitos. Gostaria de ler mais, mas a verdade é que na maioria das vezes só a leitura da primeira página me satisfaz.

Carro
O rádio do meu carro tem entrada USB, onde eu coloco um pendrive com os podcasts que eu gosto. O que eu mais escuto:
– versão em áudio da Economist
– This week in Tech – ótimo podcast sobre tecnologia
– Onthemedia – podcast da rádio pública de NY, uma espécie de “o que há de melhor na mídia”

Se estou no carro entre 18h e 21h, costumo ouvir programas de futebol que passam nas rádios Transamérica, JPan, 97 FM, Bandeirantes e CBN (todas salvas na memória do rádio). Se estou sem podcast durante o dia, escuto CBN ou BandNews. Se estou de saco cheio de informação, ouço música na Radio Oi ou no Pen Drive (que além de carregar com podcasts eu tbém coloco das melhores músicas do meu iPod)

Trabalho
Estou o dia todo no Twitter e no Google Reader, um leitor de RSS. Desde que eu entrei no twitter, reduzi muito minha leitura de RSS. E praticamente parei de blogar – acabo canalizando tudo para o twitter. Sigo 140 pessoas no twitter. Não acho que elas são capazes de me manter bem informado, mas elas são capazes de me manter entretido. Pelo RSS eu acompanho 57 fontes de informação diferentes. Não leio tudo que aparece em todas elas, seria impossível. Organizo essas inscrições por Clusters. São eles:

– Blogs (na verdade, uma reunião de tudo que não é cluster)
– Ciência
– Design
– Infografia
– Futebol
– Notícias
– Revistas (blogs SOBRE revistas, não de revistas)
– Tecnologia/Tendências
– Site da Super

Revistas
Das revistas que eu recebo na Super, as que eu acompanho mais de perto são Time, FastCompany e Atlantic. Em casa, sou assinante de Wired, Esquire, Good, Piauí, Playboy, Veja e Exame. Nenhuma delas vai pro lixo sem que eu pelo menos dê uma boa olhada. Nos últimos meses, a Época e a Trip deram pra me mandar exemplares gratuitos